sábado, 18 de dezembro de 2010

O início das imagens


            A maioria dos pesquisadores diz que as pinturas e os primeiros dezenhos surgiram na pré-história e isto está certo, mas eu ainda não ouvi falar nada sobre as primeiras imagens. Afinal quais foram as primeiras imagens de toda a existência?
            Quando isolamos a palavra imagem temos então algo que não sabemos ao certo quando se originou.
            O início das imagens pode muito bem estar relacionado com o inicio do universo e de tudo que conhecemos e conseqüentemente com a teoria do Big Bang que é a mais aceita para explicar “a origem”.
            Esta teoria foi proposta em 1927 pelo padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966) e o termo a hipótese de Lemaître estipula que todo o universo (não somente a matéria, mas também o próprio espaço) estava comprimido num único átomo chamado de “átomo primordial”. O estudioso afirmava que a matéria comprimida naquele átomo se fragmentou numa quantidade não comum de pedaços e acabou se fragmentando em outros menores ainda assim sucessivamente até chegar aos átomos atuais numa gigantesca fissão nuclear
            Isto foi o início de tudo; pois bem, então não havia nada somente a escuridão certo? Errado porque a teoria fala de uma explosão então algo explodiu e pergunta é o que? A teoria fala de um atomo fundamental, algo muito pequeno onde se concentrava todas as forças celestes toda a massa e toda a potencialidade para a criação. Concluo que se existia nesse átomo tanta energia ele deveria emitir luz, pelo menos um pouco. Artisticamente não é difícil criar essa obra, basta pegar uma folha preta e fazer um ponto bem pequeno com um pincel molhado em tinta guache branca e temos a primeira imagem de todas.
            Logo depois sobreveio uma imensa explosão e transformou a imagem anterior e veríamos agora essa pequena esfera não suportar mais e explodir e teríamos a totalidade da luz insuportável para o olho humano. Uma visualização semelhante são aqueles brlhos de solda que pedem a proteção de máscaras especiais; agora é só pensar nesses brilhos elevados ao infinito.
            Resumindo as duas primeiras imagens são dois opostos inseridos no conceito de claro-escuro.

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