Este blog se destina a todos que apreciam todas as linguagens artísticas bem como as ferramentas didáticas usadas para transmiti-las e também para os que possuem curiosidade e sede por conhecimento.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Zoltan Kodaly - um revolucionário musical
O método Zoltan Kodaly se torna audacioso e revolucionário ao realizar uma
educação musical pautada na cultura do próprio país a Hungria, indo contra muitos países
atuais que acabam priorizando a cultura de outros lugares.
Kodaly e seu colega Bela Bartocdevem ter encontrado inúmeros obstáculos numa
época em que não existiam tantos instrumentos eletronicos.
Aliás já naquela época o músico se preocupava com o impacto da tecnologia na
sensibilidade humana.
Diferente de outros países ele lutou para colocar a música em pé de igualdade com a ciência. O músico queria tornar a música parte do cotidiano da população. Utilizando métodos de escuta, leitura e escrita da música e persepção ensinado ritmo e melodia sempre juntos tudo realizado para o canto e para o instrumento.
Kodaly não tinha um nacionalismo doentio. Na verdade o povo clamava por mudanças já que todo o ensino no país era feito por alemães e até a língua utilizada era a alemã. É portanto perfeitamente aceitável um país quere buscar sua identidade.
As música do folclore húngaro se estruturaram nas escalas pentatonicas e modais
que foram sistemas deixados “de lado” no século anterior que priorizou o cromatismo.
O que Kodaly conseguiu além de aproximar a população da música local foi
simplificar o aprendizado musical possibilitando que a música fosse ensinada a crianças
de diferentes faixas etárias popularizando não somente a escuta mas o ensino da música
que se tornou mais assecível. A frase a seguir demonstra muito bem seu compromisso
com o ensino:
“ A música é para todos, temos a obrigação de aproximar toda a população das
artes e estas da população.”
No Brasil o Método Kodály foi introduzido no final da década de 1950 por George
Geszti buscando interligar o folclore hungaro e o brasileiro.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Renove sua Batera sem gastar muito
Quem toca bateria sabe que se trata de um instrumento meio caro. Mas quem tem uma meio simplesinha pode dar um trato, basta uma dose de boa vontade e criatividade.
Revestimento
Não é necessário usar o revestimento próprio para baterias. Hoje no mercado existem uma infinidade de materiais de outras áreas como construção civil, artesanato, tapeçaria etc... .
Eu utilizei um espécie de borracha sintética usada como piso na construção civil. Fica legal porque é imitação perfeita de madeira e tem vários modelos.
Canoas
As canoas podem ser de plástico ou metal. As de metal são ótimas porque não estragam com facilidade a não ser por corrosão. As de plástico podem ser cromadas mas isso fica muito caro, é melhor comprar novas. As minhas que são de plástico optei por pintar de preto com tinta esmalte. Pode ser com pincel mesmo e fica muito bom.
Aros
São de metal, vale a pena mandar cromar se estiverem meio feios. Até a sonoridade melhora.
Madeira
Compre um vernis para madeira e passe umas três camadas por dentro de todos os tambores. Não se preocupe o som não muda não e você protege a madeira contra umidade e apodrecimento.
Detalhes
Pegue fita isolante e revista a borda externa do aro do bumbo na parte da frente e atrás.
Use EVA nos furos do bumbo e surdo para proteger e dar um tcham.
Olhem como era (azul) e como ficou:
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Obra de Delacroix é "danificada" por mulher
Somente estou recomendando uma ótima matéria publicada pelo yahoo: http://br.noticias.yahoo.com/mulher-danifica-obra-famosa-delacroix-louvre-lens-124809398.html .
A magnífica obra de Delacroix foi "danificada" por uma mulher. O incidente aconteceu no museu do Louvre de Lens, norte da França. A jovem de 28 anos escreveu na parte de baixo da obra AE 91. A inscrição pode ter relação com um grupo americano que pede a reabertura do caso 11 de setembro.
Se analisarmos esse caso temos duas hipóteses. Se a jovem tentou chamar a atenção e usou um material que não danificaria a obra ( restauradores analisaram a inscrição como fácil de remover) eu vejo como algo louvável pois foi muito corajoso. No entanto se ela tentou realmente danificar o quadro eu pergunto: O que Delacroix tem a ver isso.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Michael Grab, escultor canadense que desafia a gravidade
Este escultor está utilizando uma técnica conhecida, porém ninguém ainda tinha pensado em esculpir dessa maneira. É simples, original e surpreendente. Ele analisa as pedras procurando bases retas, verifica o atrito e procura encontrar o centro de gravidade. Também é preciso uma boa dose de paciência. Vale a pena conferir. Tem uma matéria no yahoo: http://br.noticias.yahoo.com/fotos/esculturas-pedras-desafiam-gravidade-slideshow/escultura-com-pedras-photo--1780354496.html onde olhei e o site oficial http://www.gravityglue.com/
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
E a arte contemporânea
A arte contemporânea de contemporânea parece não ter nada. Basta observarmos os trabalhos para notar que muitas das criações ainda se baseiam na revolução causada por Tristan Tzara ao criar e anunciar o Dadaismo. Vale lembrar que essa corrente artística pretendia abrir os olhos das pessoas para a falta de sentido que a arte absorveu inerente aos horrores que a Primeira Guerra vinha alcançando. Afinal para que se cria se a humanidade preferia matar? Observe a fala de Tristan: “Eu redijo este manifesto para mostrar que é possível fazer as ações opostas simultaneamente, numa única fresca respiração; sou contra a ação pela contínua contradição, pela afirmação também, eu não sou nem para nem contra e não explico por que odeio o bom-senso.”.
As pessoas não entenderam que os Dadaístas queriam chocar apesar de dizer que não. E o que me chama a atenção é que algo de 1916 ainda esteja vivo e o que é pior influenciando uma porção de gente a fazer um monte de porcaria que alguns chamam de arte.
O que identifica a arte contemporânea ainda é algo universal para o artista: a Transformação. A arte contemporânea não precisa ter a função de chocar, aterrorizar mas de transformar algo ruim em algo bom, algo destruído em algo construído. Nem precisa estar belíssimo, mas bem feito, organizado afinal é disso que esta precisando a sociedade humana atual:organização, sentido de bondade e é a função da arte mostrar e instigar isso e não o que já sabemos que é ruim. Pra finalizar compare as imagens abaixo e reflita sobre o que é arte.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Semana no Trânsito: Circuito no Pátio
A semana que vai do dia 18 a 25 de setembro ficou decretada não sei ainda por quem como a semana nacional do trânsito. Sendo assim as escolas e professores se mobilizaram para trabalhar esse tema com os alunos. Esse trabalho eu fiz juntamente com a professora Adriana e com a professora Rita, com o auxílio do professor Valte e da coordenadora Elen, Vejam que legal que ficou!
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